•  Aril Brikha

Em 1998, o hit “Groove La Chord”, de Aril Brikha, cruzou fronteiras genéricas. É techno? É house? É deep house?
Ninguém ficou mais surpreso com o sucesso da faixa do que o próprio Brikha – ele originalmente a apresentou em sua demo como um potencial b-side. Dois anos depois que ele gravou a faixa, quando Derrick May tocou em um clube, aí ele realmente percebeu seu potencial.

Brikha nasceu no Irã e emigrou para a Suécia ainda jovem. Em seus primeiros da adolescência, desenvolveu o interesse por música eletrônica ouvindo grandes artistas como Depeche Mode, Front 242 e Jean Michel Jarre. Brikha ganhou Atari e começou a usar um seqüenciador e, depois de emular inicialmente música de outros DJs, começou a compor. Amigos que ouviram seu material disseram que era techno de Detroit. Brikha não tinha muito ideia do que era isso – e, assim, eles lhe mostraram os discos de Robert Hood e Basic Channel, de Berlim.

Brikha lançou suas primeiras músicas em selos suecos — como Dunkla, Plump e Placktown–, mas ao perceber que sua música não era o que esses labels procuravam, ele foi atrás de novas gravadoras –entre elas a Transmat Records, de Derrick May. Transmat entrou em contato com Brikha e, assim, seu EP “Art Of Vengeance” (com o hit “Groove La Chord”) foi lançado em 1998 pela sua gravadora-irmã, Fragile. Um ano depois, Aril lançou o disco “Deeparture In Time”, uma coleção de grooves reunidos ao longo de um período de seis anos e feitos apenas com um teclado, uma drum machine e um Atari. A repercussão foi muito positva.

Desde que se juntou com a Transmat, Brikha fez uma turnê sólida com seu live, tocando em diversos lugares, desde o DEMF (Detroit Electronic Music Festival) até clubes como o Fabric, de Londres, e Air and Yellow, de Tóquio.




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