•  MONOLOC

Monoloc é um fanático do Techno. Desde que fez a transição do rock e do heavy metal para a música eletrônica como adolescente, o artista de Frankfurt dedicou sua vida à pista de dança. Seu faro ainda elegante conquistou o Techno ganhando um seguimento global e a reputação de inicializar neste segmento. Hoje ele reside em Berlim, uma cidade famosa por trazer o melhor de seus artistas. Desde que se mudou para lá, o Monoloc nunca sentiu, ou soou, em melhor forma.

Passando a maior parte dos seus vinte anos fazendo malabarismos com a música e sua outra paixão, cozinhando, comprando discos e DJs de shows menores para amigos em bares e em festas privadas. Em 2002, ele entrou em produção. 12 meses depois, tendo superado sua instalação doméstica, alugou um estúdio local, onde ele se aproximou da equipe do CLR. No final de 2008, o DJ lançou seus dois primeiros lançamentos e, até 2010, seu relacionamento com a label CLR começou a crescer. Nos anos seguintes, Monoloc produziu seis EPs, incluindo os sucessos “Try”, “Things” e “It’s Mine”, percorrendo o mundo com Drift, seu álbum de estréia texturizado.

Mas a label CLR é apenas a introdução à história de Monoloc. Em 2014, cansado de Frankfurt e suas lojas e ruas familiares, ele cresceu e se instalou em Berlim. Resistindo a cena infame do partido da capital, Monoloc se atirou primeiro na música, permitindo que as idéias criativas floresçam e se cimentassem. Está aqui, trabalhando todas as horas do dia, que ele conseguiu mover seu som techno de uma vez, em uma direção nova, mais melódica.

Em 2015, os resultados de todo o seu trabalho duro estão começando a pagar. Assinado em Artist-Alife, o Monoloc tem um novo single na Innervisions, que é apresentado no seu Secret Weapons EP, bem como os próximos lançamentos no Life & Death. Atualmente, ele se senta em algum lugar entre o techno e a casa, criando um som que é tão excitante, groovy e baixo como sempre, mas com maior alcance emocional. Gigando mais agora do que nunca e fazendo música para si mesmo primeiro e no resto do mundo em segundo lugar, o Monoloc nunca se sentiu mais livre para explorar e experimentar dentro de seu ofício.




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