A ideia da nave-mãe é algo consagrado entre os amantes da boa música dançante. Não é apenas um lugar ou um momento, pois ela nos desloca no tempo e no espaço, e nem tampouco um conceito, pois ela não pode ser definida de modo rígido ou fechado. Ela é um refúgio, formado em nossas mentes e que se instala em nossos corpos, materializando-se na pista. Solidificando-se no pulso de cada ritmo, no encanto de cada melodia e na força daquela vibração única, na qual nossa individualidade é intensificada e toma parte de um todo, composto por várias sensações e unido por um só sentimento: o de pertença à música. São estes elementos que a Mothership procura materilizar a cada sábado, um dia já privilegiado pela história da club culture, e trazer à diversificada noite paulistana uma experiência singular que pode apenas ser conjurada em uma idéia, tão simples quanto inesquecível.
Uma que se representa nesta coletividade e se expressa em cada episódio em que congregamos pessoas de todas as partes, talentos de todo o globo, sons de todo o universo. A Mothership é mais do que uma festa, ela é um ambiente. Um que nos transporta por estilos, décadas, gêneros e cidades. Um que, essencialmente, nos acolhe em seu ventre: a pista de dança.



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